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Cariacica: Chuvas no Sul do Estado: Comerciantes de Apiacá lutam para recomeçar

Apiacá, no extremo Sul do Estado, é uma pequena cidade e possui alguns comércios como supermercado, farmácia, cartório, lojas de roupas, entre outros estabelecimentos. E ao redor do rio que corta a cidade, que encheu causando uma onda de devastação pelo município, em que até carros foram submersos e arrastados pela enchente, muitos comerciantes estão instalados. E perderam tudo.

Na luta para recomeçar e contabilizar a quantidade de prejuízos, eles contaram com o apoio da Prefeitura de Cariacica, que lavou as ruas por onde estão esses comércios, além de retirar o lixo que se concentrava na porta dos estabelecimentos. Até o momento foram recolhidas 252 toneladas de detritos das ruas da cidade.

 

 

O farmacêutico Randolfo Baptista de Faria, de 38 anos, aproveitou a equipe para jogar diversos produtos fora. “No momento da tragédia eu não estava na farmácia. Puxei pelo circuito interno e vi a água invadindo tudo. Agradeço a ajuda de todos, pois agora o objetivo é limpar tudo e esvaziar a loja”, disse.

 

 

“Eu estava viajando quando tudo aconteceu. Meu sobrinho me ligou e me avisou, chorando, que a água já estava na altura da placa do cartório. Foi uma tristeza, fiquei sem chão e perdi computador, cadeira, mesa, papel, impressora. Agora é começar novamente e contar com todo tipo de ajuda que vem para reconstruir a cidade”, relatou a oficial de cartório Ana Paula de Melo Chierici Ney, de 49 anos.

 

 

Terezinha Campos Vargas Silva tem 53 anos e é proprietária de um supermercado. Perdeu todos os mantimentos, além dos produtos que estavam no depósito e no frigorífico. “Meu esposo estava fechando o supermercado e a água já batia no pescoço dele. Parecia um dilúvio. Ainda bem que vocês passaram aqui e recolheram nossos ítens, que não podem ser reaproveitados”, agradeceu ela, após a equipe lavar a fachada e parte do interior da loja.

De acordo com dados da Prefeitura de Apiacá, até o momento, a cidade contabiliza cerca de 4 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, em torno de 65% a 70% dos moradores.

(DA REDAÇÃO \\ Gut Gutemberg)

(INF.\FONTE: Internet \\ Heberton Silva)

(FT.\CRÉD.: Heberton Silva \\ Divulgação)